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American Cancer Societ(ACS) aponta.

Relatório da American Cancer Society aponta aumento dos casos de câncer colorretal em pessoas com menos de 55 anos

Relatório da American Cancer Society (ACS), publicado no CA: A Cancer Journal for Clinicians, aponta que as taxas de câncer colorretal estão crescendo entre pessoas com menos de 55 anos – antes consideradas muito jovens para a doença – e que os casos estão sendo diagnosticados em estágios mais avançados e perigosos. De acordo com a publicação, os médicos até agora não conseguem explicar essa tendência – que é muito preocupante – e alertam a população para que façam exames regulares. Para este ano, a American Cancer Society está prevendo que aproximadamente 153.020 indivíduos serão diagnosticados com câncer colorretal e que 52.550 morrerão da doença, incluindo 19.550 incidências e 3.750 mortes em pessoas com menos de 50 anos.

Vale dizer que o câncer colorretal é o terceiro câncer mais comumente diagnosticado e a terceira causa mais comum de morte relacionada ao câncer em homens e mulheres nos Estados Unidos, segundo a American Cancer Society. Porém, ele ocupa o segundo lugar em mortes relacionadas ao câncer em geral.
O relatório da ACS destaca que a proporção de casos de câncer colorretal entre adultos com menos de 55 anos aumentou de 11% em 1995 para 20% em 2019. A publicação aponta uma tendência de mudança geral para mais diagnósticos de estágios avançados de câncer. Em 2019, 60% de todos os novos casos de câncer colorretal entre todas as idades estavam avançados. Informação relevante cita que mais pessoas estão sobrevivendo ao câncer colorretal, com a taxa de sobrevivência relativa pelo menos cinco anos após o diagnóstico subindo de 50% em meados da década de 1970 para 65% de 2012 a 2018, em parte devido aos avanços no tratamento.

Para a oncologista clínica do IOP Rosane do Rocio Johnsson, uma das possíveis causas para o aumento dos casos de câncer em adultos e jovens tanto nos Estados Unidos como no Brasil podem estar ligados a fatores relacionados a mudanças no ambiente, na alimentação (obesidade entre pessoas na faixa dos 40 e 50 anos, sedentarismo), no estilo de vida (ingestão de álcool) e também a diagnóstico tardio.

“É preciso fazer consultas regulares ao médico e, principalmente, após os 45 anos, fazer exames de rastreamento para câncer colorretal, que é colonoscopia. Importante dizer, também, que todas as pessoas, independente da idade, devem estar cientes dos possíveis fatores de risco, incluindo histórico familiar ou condições como doença do intestino irritável. Se tiver algum sintoma, preocupante (sangue nas fezes, dor abdominal, estômago inchado, perda de peso, fadiga, por exemplo), a consulta ao médico deve ser imediata”, ressalta a oncologista clínica.

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