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Grupo Med4U inicia a prática de ginástica laboral em todas as suas unidades

A ginástica laboral pode ser praticada com intervalos de dez minutos.

Pensando sempre no melhor para os seus colaboradores, o Grupo Med4U dá início ao seu programa de ginástica laboral em todas as unidades do Instituto de Oncologia do Paraná, Mantis Diagnósticos Avançados e Valencis.

Uma das inúmeras vantagens que a ginástica laboral traz aos colaboradores é que ela pode ser praticada com intervalos de dez minutos diários, proporcionando ao funcionário uma melhor utilização de sua capacidade funcional através de exercícios de prevenção de lesões ocupacionais, de alongamento e dinâmicas de recreação. Com a prática frequente é possível perceber a longo prazo a diminuição das faltas por motivos relacionados à saúde e pedidos de licença.

Para a gerente de Gente e Gestão, Patrícia Zemuner, a implantação da ginástica laboral é importante uma vez que estatísticas recentes apontam que cerca de quatro milhões de brasileiros são submetidos a tratamento em razão de dores provocadas pela postura incorreta no trabalho, por exemplo, além de Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT).

“A ginástica laboral chega ao Grupo Med4U como uma maneira de potencializar ainda mais a preocupação que temos com todos os nossos colaboradores. O zelo pelos nossos funcionários está presente nas empresas do Grupo desde a criação de cada uma delas. Um dos benefícios da ginástica laboral é que ela irá desenvolver a consciência corporal, além de favorecer o relacionamento social e o trabalho em equipe, já que as esferas sociais e psicológicas são beneficiadas”, ressalta Patrícia Zemuner.

A história da ginástica laboral

Os primeiros registros da prática de ginástica laboral são da Polônia, em 1925. Anos depois a atividade começou a ser realizada na Holanda e na Rússia. A novidade chegou aos Estados Unidos em 1968. Na época, os norte-americanos criaram a International Management Review, uma das mais significativas avaliações sobre a saúde do trabalhador pelo exercício físico. No mesmo período a agência espacial dos Estados Unidos, a NASA, analisou 259 voluntários numa pesquisa sobre os benefícios da ginástica laboral, obtendo bons resultados.

No Brasil, a ginástica laboral teve sua primeira publicação em 1973. Em 1979, a Federação de Estabelecimento de Ensino Superior (FEEVALE), em Novo Hamburgo (RS), em convênio com o SESI (Serviço Social da Indústria), elaborou e executou o projeto de ginástica laboral. Já no ano de 1999, a Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul criou o curso que tem como objetivo preparar alunos e profissionais para esta área de atuação.

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