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IOP segue diretrizes rigorosas para novas medicações dedicadas ao tratamento do câncer

Uso de novas medicações no IOP segue controle rigoroso para proporcionar melhores resultados do tratamento aos pacientes

Para que um novo medicamento seja padronizado no Instituto de Oncologia do Paraná é necessário que diversos fatores sejam analisados, entre eles a disponibilidade no mercado, fabricante, dose, via de administração, além da análise farmacoeconômica. De acordo com Rafael Fernandes, responsável técnico pela Farmácia na unidade IOP – Hospital Marcelino Champagnat, todos os aspectos importantes do medicamento são discutidos na Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) para decisão ou não de padronização. “A CFT é formada por diferentes profissionais técnicos, dentre eles o médico, farmacêutico e enfermeiro. As reuniões acontecem trimestralmente ou antes se necessário, e mesmo após a aprovação de inclusão de um novo medicamento, as discussões continuam ocorrendo em função da farmacovigilância no acompanhamento no uso do medicamento. Nossa missão é sempre oferecer o melhor cuidado e tratamento ao paciente, prezando pela sua segurança e qualidade em todo o processo.”

Rafael Fernandes destaca que as principais incorporações realizadas recentemente no IOP foram o uso do Neulastim OBI (pegfilgrastim on body injector), Phesgo (trastuzumabe + pertuzumabe SC), Enhertu (trastuzumabe deruxtecan) e Trodelvy (sacituzumabe govitecana).

O Neulastim OBI é indicado para redução de neutropenia em pacientes tratados com quimioterapia. O seu principal diferencial reside no “on body injector”, que é um dispositivo programado para administração automática. Aproximadamente 27 horas após sua aplicação na pele do paciente, o medicamento será liberado por 45 minutos. Desta forma, o paciente não necessita retornar à clínica no dia seguinte após a aplicação da quimioterapia para administração.

Já o Phesgo, por exemplo, dá maior comodidade para os pacientes, uma vez que possui menor tempo de infusão em função da via de administração subcutânea. Dessa forma, o paciente passa menos tempo na clínica e maior tempo com as pessoas que ama.

Por fim, os medicamentos Enhertu e Trodelvy trazem nova esperança no tratamento de pacientes com diagnóstico de câncer de mama HER-2 positivo e triplo negativo, respectivamente.

Ambos são anticorpos-droga-conjugada, no qual o anticorpo age como terapia-alvo atuando exclusivamente nas células que expressam os marcadores específicos (HER-2 e Trop 2) e após a sua ligação ocorre a liberação da droga diretamente na célula, diminuindo efeitos adversos e aumentando a efetividade do tratamento.

Sempre na vanguarda, o IOP está em constante evolução na busca por novas tecnologias e medicamentos de alta qualidade, eficácia e segurança, visando proporcionar os melhores resultados nos tratamentos dos pacientes.

 

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