Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, sendo o melanoma, tipo mais grave, responsável por 4% dos casos. Detectado em estágio inicial, as chances de cura são elevadas, mas quanto mais tarde o tratamento tiver início, as chances de sobrevida diminuem devido à sua alta taxa de metástase.

Para facilitar a percepção de alterações em manchas e pintas, foi criada uma regra chamada de ABCD, que consiste na avaliação de quatro características distintas que podem aparecer na pele. “A de assimetria, significa que a lesão possui formato irregular. B, tem a ver com bordas irregulares, ou seja, os limites externos se mostram irregulares. C, a lesão possui coloração variada (diferentes tonalidades de cor, por vezes sem melanina, sendo que em áreas intratumorais, por vezes nota-se coloração semelhante à da pele adjacente normal). D, o diâmetro da lesão sendo maior do que seis milímetros.”
ALERTA

O principal fator de novos casos de câncer de pele é a exposição indevida e excessiva à luz solar, por isso é necessário ficar consciente sobre os horários que são menos nocivos à saúde. Também vale ressaltar a importância de se utilizar o protetor solar adequado para cada tipo de pele e fazer uso de acessórios e roupas que exponham o mínimo da pele aos raios do sol. “Com a conscientização e cuidado com a pele, é possível reduzir cada vez mais os casos desta neoplasia no Brasil”, finaliza.
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